Funcionário de loja onde George Floyd foi abordado presta depoimento e lamenta episódio

Martin relatou que o homem pagou a compra com uma nota de US$ 20; logo em seguida, ele se deu conta de que era falsa

O funcionário que trabalha no caixa da loja de conveniência onde George Floyd esteve logo antes de ser morto por asfixia foi ouvido nesta quarta-feira, no julgamento do policial Derek Chauvin. O jovem de 19 anos, relatou que Floyd pagou a compra com uma nota de US$ 20 e que, logo em seguida, ele se deu conta de que era falsa. Martin conta que pensou em cobrir o valor, mas acabou mostrando o dinheiro para o gerente — que o orientou a ir atrás de Floyd, que se recusou a voltar até o local. Foi então que o gerente da loja pediu que um funcionário chamasse a polícia. O jovem disse, ainda, que acredita que ele não sabia que a nota era falsa.

Novas imagens, divulgadas nesta quarta-feira, mostram os últimos momentos de George Floyd. No vídeo, é possível vê-lo  entrando no estabelecimento para comprar um pacote de cigarros. Ele chega a conversar com pessoas de dentro do balcão de maneira amistosa e sorridente. O julgamento de Derek Chauvin começou na segunda-feira, em Minneapolis, nos Estados Unidos. O ex-policial é acusado de homicídio em segundo e terceiro grau e de homicídio culposo de segundo grau por ajoelhar no pescoço de Floyd. Chauvin pode ser condenado a até 40 anos de prisão.

*Com informações da repórter Caterina Achutti 

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