Investigação sobre a causa do acidente de Tiger Woods é concluída

Polícia de Los Angeles se recusa a divulgar os resultados alegando ‘problemas de privacidade’

Os investigadores da polícia de Los Angeles concluíram as investigações sobre a causa do acidente de carro que envolveu o golfista Tiger Woods no dia 23 de fevereiro. De acordo com o site ‘TMZ Sports’, o xerife envolvido no caso, Alex Villanueva, foi quem deu a notícia sobre o encerramento das investigações, mas não divulgou os resultados por ‘questões de privacidade’. “Uma causa foi determinada, a investigação foi concluída”, disse Villanueva. “Entramos em contato com Tiger Woods e seu pessoal. Há alguns problemas de privacidade na liberação de informações, então vamos perguntar a eles se renunciam à privacidade e, então, seremos capazes de fazer uma liberação completa sobre todos as informações do acidente”, declarou.

Segundo fontes ouvidas pelo TMZ, a polícia teria indícios de que Woods não pisou no freio em nenhum momento após o carro ter saído da estrada e caído em uma ribanceira. Também não há evidências de que ele tirou o pé do acelerador. Ou seja, os investigadores acreditam que o golfista não teria feito nada para evitar o acidente. A polícia não pediu exames toxicológicos de Woods após o acidente por não haver evidências de que ele estaria bêbado ou drogado. Além disso, as autoridades também negaram que ele responda ações criminais pelo ocorrido.

Tiger Woods teve ferimentos graves nas pernas, sendo que na direita houve fraturas expostas na tíbia e fíbula superior e inferior, o que exigiu uma cirurgia de emergência com médicos da Harbor-UCLA. Os profissionais colocaram uma haste para estabilizar a perna de Woods e parafusos para tratar o tornozelo. O esportista já está em casa e segue seu processo de recuperação, que os médicos afirmam ser longo.

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